Lô Borges

Qualquer Caminho

Lô Borges
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Um dia eu era menino
Nos prédios de Belo Horizonte
Nas ruas de Copacabana
Três Pontas, Chile e Bahia.
Mas meu coração não contava
Crescer na cidade vazia.

Eu nunca ia sozinho
Trazia caminhos no ombro
Botina suja de estrelas
E o olho sujo de assombro
Colhendo o que eu tinha de novo
Plantando o que eu era de velho.

E meu coração se afogava
No vinho que eu bebia
E o choro que derramava...
Sabia, sabia, sabia.

Sonhava sonhos de lata
Cidade na sua agonia

Eu nunca ia sozinho
Trazia caminhos no ombro
Botina suja de estrelas
E o olho sujo de assombro
Colhendo o que eu tinha de novo
Plantando o que eu era de velho.

E meu coração se afogava
No vinho que eu bebia
E o choro que derramava...
Sabia, sabia, sabia.

Sonhava sonhos de lata
Cidade na sua agonia
Cidade na sua agonia

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